Uma das grandes dificuldade dos pais é lidar com a agressividade de seus filhos.
Quando o bebê nasce, ele traz impulsos amorosos e agressivos, e a medida que vai sendo cuidado pelos pais, passa a construir vínculos afetivos e a desenvolver seu relacionamento interpessoal.
Essa fase é muito importante, porque assim, ele passa a conhecer o mundo à sua volta e a alicerçar sua personalidade. Sendo assim, é necessário que sinta-se cuidado e protegido.
Com o passar do tempo, a criança tem nos pais um modelo e então relacionam-se com outras pessoas assim como seus pais o fazem. Uma das grandes dificuldade dos pais é lidar com a agressividade de seus filhos.
O comportamento agressivo na criança é normal e deve ser vivenciado por ela. O grande problema é que ela não sabe como controlá-lo. Normalmente, acontece quando sente-se frustrada ou quando necessita mostrar aos pais que algo não vai bem. Por isso precisa de um "para com isso" ou "eu não quero que você faça". É como se ela pedisse para levar uma bronca. Nessa hora é como se o adulto emprestasse seu controle para a criança.
Assim como os pais a ensinam andar, falar etc... também devem ensinar a criança a controlar sua agressividade e aprender a hora certa de colocá-la para fora. Nós, professoras lidamos com isso à toda hora, não é mesmo??!!
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
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2 comentários:
Olá Deise
Cada vez é mais freqüente a presença de alunos agressivos, fico imaginando que em algum lugar eles presenciam esta agressividade, será no próprio lar ou a influência da mídia que incentiva a violência em filmes e jogos?
Mais difícil ainda de ajudarmos uma família quando vêm até nós e dizem que já não sabem mais o que fazer. Triste realidade...
Um abraço, Rose.
Oi Deise, o assunto abordado é uma constante em nossa profissão. Trabalhar com crianças implica tomar decisões e depois, seguir mantendo-as para que a criança construa um modelo de personalidade coerente com as suas atitudes. Um exemplo quando dizemos um não que na persistência vira um sim, aí a criança captura a nossa fragilidade. Eu, como mãe, sofro muito, pois tenho a felicidade de ter duas meninas hiperativas. é mole? Beijos, Roseli Führ.
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